Domingo, 18 de Maio de 2008
Metamorfose

 

No rescaldo do meu 23º aniversário, como tantas vezes acontece nestas ocasiões, torna-se inevitável fazer uma retrospecção da minha vida. E quando puxamos pela memória, impulsionado ainda mais pelo reencontro com velhos amigos, acabamos por verificar como mudamos tanto, como verdadeiras entidades dinâmicas. Mudamos fisicamente, mudamos a nossa maneira de estar, mudamos de opinião, mudamos o modo de reagir perante determinada situação, aprendemos a engolir ‘timidezes’, mudamos de quase todos os ângulos. E não deixa de ser um exercício fascinante recordar as pessoas que outrora fomos, mas que de alguma forma deixaram de existir, a não ser nas nossas memórias e nos laços que em algum ponto criámos com os que nos rodeiam. Para quê acreditar em reencarnações quando temos tantas vidas nesta só?
Mas é claro que nos permanece sempre algo: os nossos princípios, os nossos ideais (certos ou errados), a que nos agarramos com toda a força, e que nos tornam singulares. E o mais importante de tudo: a família e os amigos, por quem dávamos 1 rim, os 2 e mais, a vida - a que só eles dão sentido.
Por isso, aos amigos que por mais anos que passem, continuam connosco lado a lado nesta constante metamorfose que é a vida, um sentido abraço por tudo!

 



Visão de Luís às 20:32
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